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Todos os posts para o dia 5 agosto, 2011

A OAB acaba de divulgar as questões da 1ªfase  (prova objetiva) do IV Exame de Ordem Unificado que foram anuladas. Confira abaixo a íntegra do comunicado publicado no portal da FGV:

A Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado e a Fundação Getulio Vargas, após análise da Prova Objetiva do IV Exame de Ordem Unificado – relativa à primeira fase – torna pública a anulação das questões 34, 64 e 79 do caderno de prova tipo 1 e suas correspondentes nos cadernos tipo 2, 3 e 4, sendo atribuídas as respectivas pontuações a todos os candidatos. Excetuando-se essas anulações, foi homologado o gabarito apresentado pela Fundação Getulio Vargas.

 

 

Indicação de obras para a 2ª fase do Exame:

CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – Leone Pereira | A obra tem por objetivo fornecer ao estudante todo o conteúdo que necessita para o estudo e a resolução de provas, bem como para o operador do direito uma ferramenta no desenvolvimento de suas atividades. (Saiba mais)

CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – Renato Saraiva | A ideia de publicar esta obra surgiu da constatação de que os candidatos à prova de Direito do Trabalho na 2.ª fase da OAB careciam de um bom material de consulta, que trouxesse um repertório de legislação atualizado e bem estruturado, contasse com diversos facilitadores de consulta e pudesse efetivamente contribuir para a realização de uma boa prova nesse novo formato do Exame de Ordem. (Saiba mais)

Como se preparar para a 2.ª fase – Tributário – Pedro Barretto | Esta obra foi escrita com o objetivo de oferecer aos alunos que se preparam para a 2.ª Fase do Exame de Ordem um manual capaz de proporcionar uma preparação eficaz, que lhes conduza à aprovação na prova de Direito Tributário. (Saiba mais)

Como se preparar para a 2ª Fase – TrabalhoRenato Saraiva | A obra apresenta dicas para a realização de uma boa prova de 2.ª fase, abordando os principais temas discutidos na justiça do trabalho. (Saiba mais)

Como se preparar para a 2.ª fase – Penal – Fernanda Maria Zichia Escobar e  Maria Patricia Vanzolini | A obra aborda, de forma aprofundada e detalhada, a preparação à 2.ª fase, opção Direito Penal. O candidato, diante de uma situação-problema, será levado a reunir todas as informações importantes, necessárias para o desenvolvimento do raciocínio apto a solucionar a questão. (Saiba mais)

Manual de Prática CivilFernanda Tartuce, Luiz Dellore e Marco Aurélio Marin | A obra é recomendada para os candidatos ao Exame da OAB, como um manual apto a esclarecer as principais questões e pontos solicitados no difícil certame qualificatório. (Saiba mais)

Súmulas, orientações jurisprudenciais e precedentes normativos do Tribunal Superior do Trabalho – Victor Rafael Derviche | As Súmulas e Orientações Jurisprudenciais servem de parâmetro aos demais órgãos da Justiça do Trabalho, bem como aos advogados e jurisdicionados, a fim de que se possa saber qual a direção que está sendo adotada pelo Tribunal Superior do Trabalho em determinados temas. (Saiba mais)

Decisões Favoráveis à Defesa – Penal e Processo Penal – Rodrigo Julio Capobianco | A obra aborda os temas mais importantes do Direito Penal e Processual Penal em ordem alfabética, apresentando rápidos comentários doutrinários e rica jurisprudência, cuidadosamente selecionada. (Saiba mais)

Artigo escrito pela Mestra em Psicologia e autora do livro “Preparação Emocional em Concursos Público: equilíbrio e excelência”, Luiza Ricotta, para o Jornal dos Concursos

 

Alguns dos equívocos cometidos por candidatos em vista da carreira pública, e mais precisamente no seu processo de aprovação, está no modo como escolhem o cargo para o qual pretende prestar concurso. Inicialmente levará em conta sua motivação “espontânea” para determinada função numa espécie de visão idealizada do que a função exija. Escolhem muitas vezes pela admiração e eleição de modelos que estão disponíveis e presentes em suas atividades, até pelas pessoas que passam pelo seu caminho profissional. Isso é natural! É um modo de ir definindo o seu projeto de carreira. Passando a imitá-los e fazer parecido do modo como elas atuam. Talvez, por isso as pessoas em geral busquem caminhos já trilhados, como forma de se espelharem e de buscar incentivo, crença e modelos para a sua atuação enquanto candidato.

Buscar a melhor maneira, os melhores métodos são, em grande parte, o centro dos pensamentos em torno da aprovação… É o que mais vão indagar, pois desejam descobrir o acesso e lhes direciona para atingir a vitória, visualizá-la inicialmente para então direcionar a sua concretização.

Toda efetivação se dá pela possibilidade vista na fase da visualização, dos chamados sonhos e ideais.

No entanto, é trilhando que se descobre a melhor forma, é percorrendo o próprio trajeto, dando curso e dinamismo ao seu processo de aprovação. Este, por sua vez, vai se tornando apropriado a você.

De nada adianta ver-se em situações muito distanciadas das suas possibilidades, daquelas que contribuem para sentir-se defasado, aquém, com medo, ansioso. Todas essas formas são vividas como se a efetivação de sua rota fosse toda ela muito grandiosa, pedindo e solicitando muito da sua capacidade, mais do que na verdade possa dar conta. É como entrar em um local extremamente majestoso e tal ambiente lhe revelar sua intimidação, seu desajeito com relação à realidade.

Alguns candidatos criam verdadeiras armadilhas como, por exemplo, incorrer na escolha de uma função pública tendo como seu atrativo tão somente a recompensa financeira, status ou glamour que esta posição possibilite; desprezando aspectos pessoais envolvidos, tais como afinidade, características, vocação, talento, recursos pessoais e emocionais.

Se o candidato deixa de estar conectado consigo mesmo, se pouco se conhece, e não estiver atento a si mesmo e aos seus sinais, poderá criar barreiras para si e inúmeros desconfortos em razão de sentir-se diante de uma fronteira intransponível. Vê diante do seu percurso de aprovação, uma muralha que o limita a chegar onde pensava que seria a sua melhor escolha.

Dificilmente percebe que deixou de se aliar pessoalmente ao plano. Passa a duvidar de si, da sua competência. Exige-se de forma a sentir-se derrotado moralmente diante do desafio que tem pela frente. Distante da sua realidade, não consegue ter olhos para enxergar que precisa muito mais que escolher uma carreira em que possa ter um ótimo salário. Querem saídas para seu impasse e enquanto não reconhecerem que sua ascensão é multifatorial, andará em círculos, buscando respostas onde falta incluir ingredientes: análise e descrição da função, verificação das suas habilidades, alinhamento das suas características pessoais com a função, momento de vida, equilíbrio emocional, criatividade para se adequar e obter melhores respostas diante das situações.

A vida em concursos é envolvida em superações de ordem técnica, que estão atreladas ao conhecimento e aos recursos facilitadores de aprendizagem e ao seu preparo emocional que, ao ser gerenciado vai sendo educado e aperfeiçoado, resultando em habilidades que denotam equilíbrio e maturidade emocional, no melhor uso dos seus recursos pessoais como forma de lhe amparar nas situações que for vivenciar.

Fonte: Complexo de Ensino Renato Saraiva

 

Indicação

Como passei em 15 concursos? - José Roberto Lima | A obra foi escrita para atender a inúmeros pedidos de alunos que, em contato com o autor em aulas e palestras, solicitaram-lhe um texto escrito para consultas. Além das dicas de memorização, o autor aborda as relações interpessoais para análise dos sentimentos (bons e ruins) que podem ser despertados entre os que rodeiam o concurseiro. É possível direcionar estes sentimentos para os seus objetivos. (Saiba mais)

Como estudar para Concursos - Alexandre Meirelles | “Antes do concurso que prestei para AFRFB, assisti a uma palestra com quatro horas de duração do Alexandre Meirelles, analisando o edital recém-lançado. Abrangente, detalhista e bem-humorado, em meio ao mar de dúvidas em que nos encontrávamos após a publicação de um certame repleto de novidades, ele forneceu um “norte” para a nossa preparação, com diversas dicas sobre como estudar e organizar o estudo até o dia da prova. Devo parte do meu sucesso naquele concurso a algumas dicas obtidas com ele”.  Carlos Augusto Beckenkamp (Aprovado em 1º lugar – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil – 2010) (Saiba mais)

Curso de Direito Processual do Trabalho – Renato Saraiva | A obra expõe o conteúdo completo do Direito Processual do Trabalho com rica referência a súmulas, orientações jurisprudenciais e precedentes normativos do TST (na íntegra). (Saiba mais)

Como se preparar para Concursos Públicos com Alto Rendimento - Rogerio Neiva | A obra oferece meios eficientes e racionais para você buscar sua aprovação em concursos e exames. Ele é fruto da experiência de alguém que viveu e vive intensamente há mais de uma década a preparação para o concurso público. (Saiba mais)

Pessoas com deficiência auditiva unilateral podem concorrer às vagas reservadas aos portadores de necessidades especiais nos concursos públicos. A decisão é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em recurso da União contra candidata aprovada em concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF). A questão já havia sido decidida pela ministra Laurita Vaz e foi confirmada pela Turma de forma unânime.

A candidata impetrou mandado de segurança contra a União por causa da exclusão de seu nome da lista dos candidatos aprovados que se declararam portadores de necessidades especiais no concurso para técnico judiciário do TJDF de 2007. Ela alegou surdez no ouvido direito, com apresentação do laudo médico comprovando a deficiência no momento da inscrição no concurso.

O TJDF, no julgamento, concedeu a segurança, determinando a inclusão do nome da candidata na relação dos aprovados. A União recorreu ao STJ, com a alegação de que, para ser considerada deficiência auditiva, a surdez deve ser bilateral, nos termos do Decreto 3.298/99.

Entretanto, a relatora, ministra Laurita Vaz, considerou a decisão do tribunal distrital de acordo com a jurisprudência do STJ, que assegura ao portador de deficiência auditiva unilateral a reserva de vagas destinadas a deficientes no concurso público.

Fonte: STJ

 

Indicação

Nova Gramática da Língua Portuguesa para Concursos – Rodrigo Bezerra | A obra atende aos pedidos de muitos alunos que buscam conteúdo aprofundado com abordagem didática, compreensiva e facilitadora. Traz orientações de como estudar os assuntos mais difíceis da gramática normativa e, por isso, mais cobrados nas provas de concursos pelo país afora. (Saiba mais)

Como passei em 15 concursos? - José Roberto Lima | A obra foi escrita para atender a inúmeros pedidos de alunos que, em contato com o autor em aulas e palestras, solicitaram-lhe um texto escrito para consultas. Além das dicas de memorização, o autor aborda as relações interpessoais para análise dos sentimentos (bons e ruins) que podem ser despertados entre os que rodeiam o concurseiro. É possível direcionar estes sentimentos para os seus objetivos. (Saiba mais)

Como estudar para Concursos - Alexandre Meirelles | “Antes do concurso que prestei para AFRFB, assisti a uma palestra com quatro horas de duração do Alexandre Meirelles, analisando o edital recém-lançado. Abrangente, detalhista e bem-humorado, em meio ao mar de dúvidas em que nos encontrávamos após a publicação de um certame repleto de novidades, ele forneceu um “norte” para a nossa preparação, com diversas dicas sobre como estudar e organizar o estudo até o dia da prova. Devo parte do meu sucesso naquele concurso a algumas dicas obtidas com ele”.  Carlos Augusto Beckenkamp (Aprovado em 1º lugar – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil – 2010) (Saiba mais)

Cerca de 80 pessoas, entre advogados, procuradores estaduais, defensores, além de representantes da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR), conheceram na tarde desta quinta-feira (4) a nova versão do sistema de peticionamento eletrônico de ações e recursos no Supremo Tribunal Federal (STF), que entrará em vigor ainda no segundo semestre de 2011. A finalidade do peticionamento eletrônico é acelerar o procedimento de ajuizamento de ações e petições, bem como a interposição de recursos no STF. A segunda versão do sistema agrega maior praticidade aos procedimentos, além de permitir o peticionamento on line, sem a necessidade de download do sistema no computador do usuário.

Usuários internos e externos terão oportunidade de colaborar com sugestões e críticas para um melhor desenvolvimento da plataforma, ainda em fase de testes. A partir dessa contribuição, a intenção dos idealizadores do novo sistema é facilitar a visualização e a compreensão de cada passo do peticionamento, diminuindo possíveis dificuldades, a fim de atender o jurisdicionado. 

O assessor da Presidência do STF Lucas Aguiar e o gerente do projeto de peticionamento eletrônico na Secretaria de Tecnologia de Informação, André Von Glehn, foram os expositores da nova versão. Eles apresentaram tela a tela as novidades do sistema, indicando as possibilidades dadas pela plataforma aos usuários. Entre as novidades, está a criação de um portal específico para o peticionamento e a produção de vídeos explicativos da utilização do sistema.

Segundo a secretária-geral da Presidência, Maria Cristina Petcov, a partir do dia 15 de agosto o novo sistema funcionará concomitantemente ao sistema atual. No período de 45 dias, os usuários – internos (gabinetes) e externos (advogados, procuradores, defensores, entre outros) –, poderão cooperar para o aperfeiçoamento da plataforma, com previsão de lançamento definitivo para o mês de outubro. Tal prazo, conforme a secretária-geral, servirá para amadurecer o uso da nova ferramenta e melhorar as soluções tecnológicas.

“Acredito que tenhamos bastante honestidade intelectual para admitir que alguns recursos [tecnológicos] possam não estar atingindo o que pretendíamos e aí nós corrigimos o percurso para andar adiante com mais segurança”, ressaltou Cristina Petcov. Para ela, a ajuda dos usuários será extremamente útil e auxiliará na reformulação de partes do sistema, caso seja necessário.

Ela avaliou a importância do peticionamento eletrônico com base em vários pontos de vista. Para o jurisdicionado, Cristina Petcov considera que o processo tende a ser mais célere e de mais fácil visualização. “Para o advogado, o peticionamento acaba sendo didático, porque a forma de apresentação do programa [passo a passo] faz com que ele lembre os documentos que devem ser juntados, as hipóteses que o Supremo aceita em razão da legislação e da sua própria jurisprudência”, disse.

Com relação ao magistrado, a secretária-geral informou que o processo rapidamente chegará ao gabinete do ministro relator “sem ter que passar por outras seções do Tribunal e isso faz com que tempos mortos sejam eliminados”. “Os setores que cuidavam, dentro do Tribunal, de tarefas mais burocráticas podem, agora, emprestar o seu valor para tarefas mais intelectualizadas”, completou.

OAB elogia

O presidente da Comissão de Informática da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Guilherme Zagalo, aprovou a iniciativa da Corte. “É um aperfeiçoamento o Supremo ter chamado os seus usuários externos para apresentar sugestões, críticas”, afirmou, ao comentar que esta é uma mudança de paradigmas – do processo físico para o eletrônico – muito intensa.

“É importante que todo esse processo evolutivo seja participativo, que os usuários internos e externos sejam chamados a dar sugestões, opiniões”, ressaltou. “Aqueles que estão no dia a dia dos problemas devem participar não só da apresentação dos problemas, mas também da apresentação das soluções deles”, concluiu.

As contribuições dos usuários para a melhoria do novo sistema podem ser enviadas para o email petv2@stf.jus.br

Fonte: STF

 

Leia mais:

- Indicação | Primeiro manual completo sobre Processo Eletrônico