CCJ

Todos os posts marcados CCJ


Deputados da comissão têm até dia 16 para apresentar sugestões.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) marcou para o dia 23 de outubro a votação do relatório da Subcomissão Especial de Crimes e Penas com um anteprojeto de lei que modifica o Código Penal (Decreto-lei 2.848/40). O texto aumenta a punição para os crimes cometidos contra a vida, a administração pública e o meio ambiente. Por outro lado, reduz a punição daqueles crimes patrimoniais cometidos sem violência física, como furto simple, por exemplo.

O anteprojeto, elaborado pelo deputado Alessandro Molon (PT-RJ), altera as penas de nove tipos de crimes. O deputado argumentou que o objetivo é reequilibrar o rigor das penas de acordo com a gravidade dos crimes.

Drogas

O ponto que promete maior polêmica na votação é a distinção objetiva entre usuários e traficantes de drogas no próprio Código Penal. O relatório de Molon propõe uma fórmula clara, respaldada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para determinar a quantidade de droga apreendida que vai distinguir os dois grupos. Hoje, não há critério objetivo em lei para essa diferenciação.

Alessandro Molon espera que a audiência do dia 10 de outubro esclareça os pontos principais da proposta e retire qualquer posição contrária ao texto: “Muito da polêmica se deve ainda ao desconhecimento do texto. Na medida em que a gente vai esclarecendo a proposta, todos concordam, já que estamos suprindo uma lacuna, resolvendo um problema da lei atual que á a indefinição do que é uso e o que é tráfico”.

O deputado também esclareceu que, de acordo com a proposta, a pessoa que estiver vendendo drogas, independente da quantidade que portar, será indiciada normalmente por tráfico.

O presidente da CCJ, Ricardo Berzoini (PT-SP), disse que, caso não haja quórum suficiente na votação, ela será adiada. Nesse caso, segundo ele, a discussão será marcada para a primeira semana posterior às eleições municipais.

Sugestões

O relatório foi aprovado pela subcomissão no último dia 4 de setembro. Os deputados da CCJ terão até o dia 16 de outubro para apresentar sugestões de mudanças ao texto.

O grupo deverá promover uma audiência pública sobre o tema no próximo dia 10 de outubro. Os convidados ainda serão definidos pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

 

 

Leia mais:

- Código Penal | Anteprojeto polêmico

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, na tarde desta terça-feira (29), mudanças na CLT que estabelece a imprescindibilidade da presença de Advogado nas ações trabalhistas e prescreve critérios para fixação dos honorários advocatícios na Justiça do Trabalho. Relatado pelo deputado Hugo Leal, a matéria foi acompanhada na CCJ pelos deputados Danilo Forte, Mauro Benevides, Vicente Arruda e Edson Silva que atenderam ao pedido do presidente da OAB-CE, Valdetário Monteiro, no sentido de trabalhar junto aos membros da Comissão pela aprovação. Para o deputado Danilo Forte a matéria tem grande importância para a classe dos advogados, principalmente aqueles que militam na área trabalhista.

De acordo com o substitutivo aprovado, a sentença condenará o vencido, inclusive quando vencida a Fazenda Pública, ao pagamento de honorários de sucumbência aos advogados, fixados entre o mínimo de dez e o máximo de vinte por cento, sobre o valor da condenação, atendidos o grau de zelo do profissional; o lugar da prestação do serviço e a natureza e a importância da causa, o trabalho realizado pelo profissional e o tempo exigido para seu serviço.

Nas causas sem conteúdo econômico e nas que não se alcance o valor de alçada, bem como naquelas em que não houver condenação, os honorários dos advogados sempre serão fixados consoante apreciação equitativa do Juiz. Nas causas onde a parte estiver assistida por Sindicato de Classe, a condenação nos honorários advocatícios não a alcançará, devendo ser pagos através da conta das dotações orçamentárias dos Tribunais.

A parte que declarar não possuir condições de demandar sem prejuízo do próprio sustento ou de sua família não sofrerá condenação em honorários advocatícios, desde que tenha sido deferida a justiça gratuita. Nas ações em que for deferida justiça gratuita à parte, os honorários advocatícios, pagos pelo vencido, reverterão ao profissional patrocinador da causa.

O projeto, que é de autoria da Deputada Dra. Clair, tem poder terminativo nas comissões, de acordo com o Regimento Interno da Câmara. Sendo a Comissão de Constituição e Justiça o último fórum a analisar a matéria, segue agora à apreciação no Senado.

Fonte: OAB-CE

 

— Matéria publicada no Portal Folha de S. Paulo —

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou nesta quarta-feira (23) 16 projetos que criam cargos para a Justiça do Trabalho em diversos Estados. Os textos seguem para o plenário.

O impacto total das propostas é de R$ 40,8 milhões no ano que vem e de pelo menos R$ 81,7 milhões para os próximos anos. Juntos, os 16 projetos criam 88 cargos de juízes, 1.780 de servidores efetivos, 112 vagas de livre nomeação e 677 funções comissionadas. E beneficiam 14 Estados, entre eles Pará, Alagoas e Goiás.

A aprovação das vagas acontece no mesmo dia em que a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou, por meio de uma emenda de bancada ao Orçamento do ano que vem, recursos na ordem de R$ 2 bilhões para viabilizar o reajuste do Judiciário e dos servidores da Justiça.

 

Indicações

Nova Gramática da Língua Portuguesa para Concursos – Rodrigo Bezerra | A obra atende aos pedidos de muitos alunos que buscam conteúdo aprofundado com abordagem didática, compreensiva e facilitadora. Traz orientações de como estudar os assuntos mais difíceis da gramática normativa e, por isso, mais cobrados nas provas de concursos pelo país afora. (Saiba mais)

Raciocínio Lógico – Bruno Villar | Confira as obras do autor relacionadas ao assunto e voltadas para concursos públicos. (Saiba mais)

Direito Ambiental Esquematizado  Frederico Augusto Di Trindade Amado | A obra é uma evolução da obra Direito Ambiental Sistematizado, lançada pela Editora Método no final de 2009. Trata-se de uma obra mais completa e profunda, na qual a didática também foi privilegiada. Esquemas e destaques estratégicos auxiliam o leitor em seu processo de compreensão e memorização, tornando eficiente o estudo desta disciplina. Traz, ainda, questões comentadas, extraídas de diversos certames, para acostumar o leitor às exigências das provas de concursos públicos, mostrando-lhe como o conteúdo teórico é exigido na prática. (Saiba mais)

Direito Financeiro Esquematizado  Tathiane PiscitelliA obra tem como objetivo  tratar, de forma didática, os princípios e as normas aplicáveis ao Direito Financeiro, bem como a jurisprudência sobre o tema.  Nesse sentido, a autora, com uma linguagem acessível e agradável, traz os conceitos principais deste ramo do Direito, analisa seus princípios e detalha a atividade financeira do Estado, dividindo-a em dois passos: o estudo do orçamento público e a compreensão da disciplina das receitas e despesas públicas. Ao longo de todo o livro, posiciona o leitor sobre a orientação jurisprudencial dominante acerca de seus mais relevantes debates, especialmente do Supremo Tribunal Federal, fornecendo um olhar abrangente e atual sobre a disciplina. (Saiba mais)

Direito do Trabalho Esquematizado – Ricardo Resende | Trata-se de obra cujo conteúdo foi pensado em cada detalhe com o objetivo de viabilizar a preparação do estudante e do concurseiro em Direito do Trabalho, de forma que possa enfrentar – e vencer – qualquer banca examinadora da matéria. A contínua experiência do autor com a disciplina e, principalmente, com concursos públicos foi determinante para a qualidade e o diferencial da obra, que reúne todos os elementos considerados importantes para a preparação eficaz, muitas vezes não encontrados nos manuais tradicionais. (Saiba mais)

Direito Tributário Esquematizado – Ricardo Alexandre | Nos temas controversos, não obstante a apresentação das correntes divergentes, a obra sempre aponta o entendimento mais seguro para ser seguido em prova. Em muitos casos, ao lado da análise da jurisprudência, são apresentados exemplos de como as principais bancas examinadoras do País abordam a matéria nas avaliações que elaboram. Ao final, são apresentadas questões sobre a matéria, proporcionando ao leitor a possibilidade de aferir seu aproveitamento e, o que é mais importante, confirmar a consonância entre o texto e o raciocínio das bancas examinadoras. (Saiba mais)

Direito Constitucional - Marcelo Novelino | A obra  tem como público alvo os acadêmicos de Direito e, sobretudo, os já graduados que estão se preparando para o Exame da OAB e para concursos públicos nas áreas jurídica e fiscal (nível superior). Para facilitar a memorização, a obra contém diversos quadros e resumos esquemáticos. Ao final de cada título são apresentadas questões oficiais de diversos concursos para que o leitor possa se exercitar e analisar como os temas têm sido cobrados. (Saiba mais)

Direito Penal Esquematizado – Parte Geral (arts.1º a 120) – Vol. I – Cleber Masson | A obra se destina, principalmente, aos concursandos, e vem suprir uma lacuna editorial, eis que oferece, de forma consolidada e primando pela clareza de linguagem, ao lado dos ensinamentos da doutrina clássica, a análise dos temas hodiernos do Direito Penal, assim como possibilita a imediata pesquisa da jurisprudência mais atualizada do STF e do STJ. (Saiba mais)

Direito Penal Esquematizado – Parte Especial – Vol. II –  Cleber Masson | Esta obra apresenta a análise completa dos Títulos I a V da Parte Especial do Código Penal (arts. 121 a 212), englobando todas as questões inerentes a tais matérias, revelando-se suficiente para o sucesso em qualquer prova, exame ou concurso público. (Saiba mais)

Direito Penal Esquematizado – Parte Especial – Vol. III –  Cleber Masson | O livro aborda detalhadamente Títulos da Parte Especial do Código Penal, já com os reflexos introduzidos pela Lei 12.403/2011, responsável pela alteração do CPP no tocante à prisão processual, fiança, liberdade provisória e demais medidas cautelares. Trata-se de obra didática, técnica e completa. Sua finalidade é clara: fornecer o conteúdo suficiente e atualizado para o êxito em qualquer prova, exame ou concurso público. (Saiba mais)

Processo Penal Esquematizado - 3.ª edição Norberto Avena | “O leitor poderá observar que o conteúdo desta obra apresenta em sua totalidade as tendências doutrinárias e jurisprudenciais sobre todos os temas. O produto do trabalho do Professor Norberto supre uma lacuna verificada na doutrina nacional, na medida em que, notadamente a partir das recentes alterações produzidas na legislação processual penal, houve uma defasagem doutrinária muito grande.” Fábio Roque Sbardelotto. (Saiba mais)

Direito Empresarial Esquematizado – André Luiz Santa Cruz Ramos | A obra traz a melhor doutrina sobre direito empresarial, apresentando os posicionamentos divergentes sobre os temas mais polêmicos e a solução dada pelos Tribunais, a partir de uma rica seleção dos julgados mais recentes do Superior Tribunal de Justiça. A legislação também recebeu atenção especial. O autor transcreve os dispositivos legais pertinentes, e, com isso, a um só tempo, demonstra a importância do conhecimento da estrutura normativa da matéria, bem como facilita esse estudo, tornando desnecessária a leitura complementar da legislação. (Saiba mais)

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), entregou à Câmara dos Deputados, na manhã desta quinta-feira (26), o projeto de Novo Código de Processo Civil. O documento foi recebido pelo presidente daquela Casa, deputado Marco Maia (PT), que prometeu dar celeridade ao tema, uma vez que o texto já foi discutido e aprovado pelo Senado.

Luiz Fux foi o coordenador da comissão de juristas nomeada pelo presidente do Senado, José Sarney, para discutir a modernização do Código, a fim de reduzir o tempo em que se prolongam as decisões judiciais no Brasil.

De acordo com Fux, apesar de o trabalho da comissão de juristas estar concluído, ele está pronto para voltar a discutir o assunto, desta vez com os deputados encarregados da matéria naquela Casa do Legislativo.

- Eu conversei com o presidente da Câmara e pedi agilidade na tramitação do projeto. A preocupação do projeto de Novo Código de Processo Civil é fazer com que o processo judicial tenha uma duração razoável, então nós também queremos que o projeto seja analisado em um curto prazo – disse o ministro.

De acordo com Marco Maia, a análise da matéria será feita pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

- Nós vamos discutir uma proposta de trabalhar o tema desse Código com a CCJ, porque ali estão os principais deputados que são especialistas em assuntos jurídicos – afirmou Maia.

Fonte: Agência Senado

Indicação

A obra “O Novo Processo Civil Brasileiro – Direito em Expectativa“, coordenada pelo ministro Luiz Fux, objetiva esclarecer os pontos mais relevantes da reforma do Projeto de Código de Processo Civil, ora tramitando no Senado da República. Constitui importante material para juristas, advogados, estudantes e cidadãos interessados no assunto. (Saiba mais)

— Matéria publicada no Portal Correio Braziliense

Base e oposição fecharam acordo e aprovaram ontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o rito de tramitação das medidas provisórias no Congresso. De autoria do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), e relatada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), a proposta chegou à CCJ como um espinho para o Planalto, que usa do artifício de editar MPs para acelerar decisões administrativas que precisam do crivo do parlamento.

O relatório inicial de Aécio ampliava os poderes do Congresso na apreciação das medidas. A votação da matéria na CCJ foi adiada até que governistas e o relator aceitassem um meio termo. Aécio e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), fecharam acordo para tirar do projeto uma regra que condicionava a vigência das MPs ao parecer prévio de comissão de congressistas montada para avaliar a relevância da proposta.

O texto do tucano, no entanto, cria mecanismo de tramitação única nas Casas e divide o prazo de validade da MP. Fixa a obrigatoriedade de a Câmara votar a proposta em 60 dias e o Senado, em 45. O relatório também determina que as MPs só poderão tratar de um assunto, o que proíbe a inclusão dos penduricalhos apelidados de “jabutis” no texto da proposta. “Se não demos o passo de gigante que gostaríamos, demos um passo relevante. Estamos constitucionalizando o que hoje se trata por lei complementar, que é tratar de outro tema. O governo terá mais parcimônia, mais cautela para enfrentar a indústria de MPs”, afirmou Aécio Neves.

Comissão
As medidas editadas pelo governo serão analisadas por uma comissão formada por 12 senadores e 12 deputados. Os parlamentares se pronunciarão sobre o pedido de urgência da matéria e apontarão a necessidade de o Executivo enviar por MP proposta que poderia ser encaminhada por projeto de lei.

Antes mesmo de ser aprovada no plenário do Senado e da Câmara, a comissão permanente das medidas provisórias já provoca disputa entre os senadores para participar do colegiado. Lindbergh Farias (PT-RJ) — de braços dados com o relator da PEC — se aproximou do líder petista Humberto Costa (PE) e foi direto: “Quero ir para essa comissão do Aécio”, pediu. “Lembre-se de que fui o primeiro a pedir”, completou, quando Humberto disse que a comissão precisava ser aprovada. “Nós colocaremos na comissão os parlamentares mais expressivos da oposição. Tenho certeza de que o governo fará o mesmo”, afirmou Aécio.

Pelos corredores da Casa, parlamentares interpretaram o apoio da base à aprovação da PEC na CCJ como um recado à presidente Dilma Rousseff. Muitos governistas estão insatisfeitos com o tratamento que o Planalto tem dispensado ao Congresso. Para o governo é confortável que a tramitação das MPs permaneça como está. Na Câmara, a maioria dos deputados é contrária à divisão do prazo de tramitação das MPs e aposta no engavetamento da proposta. O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), lembrou a dificuldade de aprovar a matéria na Câmara. “Em respeito à opinião pública, não devemos gerar falsas expectativas”, resumiu.

Serra defende voto distrital em 2010
O ex-governador de São Paulo José Serra foi ao Palácio do Planalto conversar sobre reforma política com o vice-presidente, Michel Temer. O tucano e o peemedebista defendem que o voto distrital puro, uma das propostas da reforma, já valha nas eleições de 2012. “É possível que isso ocorra, pois há um projeto no Congresso que trata disso. Isso iria valer nas cidades com mais de 200 mil eleitores. São cerca de 40 milhões de pessoas”, disse Serra. Ele negou que a oposição esteja enfraquecida.